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Direito de resposta do vereador Paulo Braga

Por, Paulo Braga - vereador (PDT).

Matéria Publicada em: 09/01/2026
Paulo Braga. Reprodução/Câmara Municipal de Ijuí

Eu Paulo Braga, vereador do Município de Ijuí/RS, venho por meio desta apresentar formalmente resposta a matéria elaborada por Vossa Senhoria, intitulada “Quando acordos viram moeda descartável no Legislativo”, publicada em 02 de janeiro de 2026, junto as redes sociais e perfil profissional “Ijuí News” (facebook, instagram e site), requerendo, desde já o devido compartilhamento.

Inicialmente, utilizo este espaço para reiterar que o artigo em questão é de caráter subjetivo, destacando opinião pessoal do repórter que elaborou seu conteúdo, que embora tenha a liberdade constitucional de exprimir suas opiniões, não apresenta com coerência e fidedignidade a atual situação vivenciada no Poder Legislativo do Município.

Minha trajetória política teve início no ano de 2016, quando iniciei uma caminhada junto à população na busca por condições dignas de saúde, educação, trabalho e laser, promovendo inúmeros movimentos com intuito de aproximar o Poder Público da comunidade em geral, cujo resultado veio nas urnas através dos três pleitos eleitorais e da Presidência da Câmara Municipal de Vereadores no ano de 2023.

Meu trabalho sempre foi pautado pela transparência, respeito e responsabilidade com todos os eleitores, munícipes e colegas da administração e do executivo, inexistindo qualquer justificativa para a exposição negativa do meu nome, tampouco à vinculação com adjetivos do tipo “desleal”, “incoerente” e “traidor”, conforme exposto no artigo anterior.

À titulo de esclarecimento, nunca participei, tampouco fui conivente com qualquer tipo de “trama política” para favorecer disputas internas dentro da Câmara, utilizando do meu cargo e do espaço ocupado para representar a população e buscar soluções para os problemas locais.

A mudança de partido ou a desfiliação partidária é garantida pela Lei dos Partidos Políticos (artigo 22-A da Lei nº 9.096/1995), inexistindo qualquer irregularidade na troca de partido, aliás, tal fato também é realidade entre outros colegas vereadores.

Conforme descrito na Lei, a desfiliação partidária ocorre sempre de maneira justificada, dentro do prazo legal, quando o político comprova que seu atual partido não representa mais as mesmas idéias antes defendidas ou se contradiz com o programa original de governo do político.

Nesse caso, não há qualquer ato ilícito na mudança de partido realizada por mim, não se fundamentado a alegada “traição” referida no artigo anterior. O que ocorreu foi um ajuste, onde pessoalmente entendi que o partido anterior não mais representava o compromisso que assumi com cada eleitor nas urnas.

A filiação partidária e o voto parlamentar são livres, individuais e soberanos, o que também garante a cada vereador o direito de se manifestar, independente de pressão partidária, alianças políticas ou padrões seguidos pela própria Casa.

Feitos estes esclarecimentos, destaco que o artigo trouxe questões tendenciosas a minha honra e a minha imagem, utilizando de informações fora de um contexto geral, o que culminou em uma exposição desnecessária nas redes sociais, incitando os leitores à violência, ao ódio e a comentários depreciativos sobre a minha trajetória política como vereador.

Ademais, repudio qualquer forma de ataque virtual, onde são utilizados robôs (bots) de automação para gerar um aumento artificial de curtidas e interações a fim de ganhar visibilidade ou seguidores, inclusive, através de perfis falsos.

Por fim, reitero meu compromisso com a verdade, a transparência e o diálogo democrático, colocando-me à disposição para eventuais esclarecimentos, nos termos da lei.

Paulo Braga

Vereador – Ijuí/RS

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