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Atualização no ‘Facebook’, em tese, feita por preso envolvido em latrocínio no Kuchak chama atenção

Imagens postadas nos últimos dias, aparentemente feitas com celular e de dentro da cadeia, identificam Elizeu Benitez, um dos condenados pela morte de “Cebola”.

Matéria Publicada em: 24/09/2017
Atualizações e postagens foram feitas na data de 12 de setembro de 2017, por exemplo. Imagem: reprodução/Facebook.

Um homem de 41 anos de idade, que, segundo o TJRS, está preso no regime fechado do Instituto Penal de Passo Fundo (IPPF), tem chamado a atenção/revolta de amigos e familiares de uma de suas vítimas, com publicações em um perfil no Facebook, em nome de Marcos Pereira. 

 

 

 

As imagens postadas nos últimos dias, aparentemente feitas com celular e de dentro da cadeia, identificam o presidiário Elizeu Benitez, um dos quatro condenados pelo latrocínio (roubo seguido de morte) que vitimou o gerente do Supermercado Kuchak, Carlos Afonso Petersen, o “Cebola”, aos 53 anos de idade, na manhã do dia 4 de junho de 2012, em Ijuí.

Elizeu possui pena total de 44 anos de cadeia por crimes de roubo, além do latrocínio no Kuchak. A pena total atual é de 42 anos. Ele já cumpriu 18, e deve ainda 23 anos.

O condenado encontra-se preso em Passo Fundo desde agosto de 2015, quando obteve a transferência autorizada pela Justiça, de acordo com atualização em seu prontuário de execução criminal.

A reportagem do Ijuí News tentou contato por várias vezes, na manhã deste domingo (24), com a Casa Prisional de Passo Fundo para posição da direção sobre o fato, mas não foi atendida nos telefones (54) 3315-1369 e (54) 3315-1859.

Também não obteve retorno de ligações ao Plantão da Susepe, em Porto Alegre, (51) 3315-4023.

Condenações 

A Justiça de Ijuí condenou três homens e uma mulher pelo roubo seguido de morte, que vitimou “Cebola”, na manhã do dia 04 de junho de 2012, no estacionamento do Kuchak.

- Eliseu Benites foi condenado a 28 anos de prisão em regime inicial fechado. Em recurso no TJ, a pena caiu para 24 anos.

Também foram condenados pelo crime; Ronaldo Ribeiro Viana (26 anos de reclusão), Raquel de Oliveira Paulus (21 anos de reclusão) e Tainã Gabriel Guterres Wendt (10 anos de reclusão) - o piloto da fuga de Elizeu teve a pena reduzida em razão da atenuante da menoridade (na época ele tinha 18 anos), da delação premiada, sem antecedentes criminais e sem maior ingerência sobre o planejamento.

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